segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sustentabilidade: unindo a sociedade e o meio ambiente

É comum encontrarmos nos meios de comunicação, sejam eles, rádio, televisão e internet, a expressão “sustentabilidade ambiental” ou apenas “ Sustentabilidade”.

Mas afinal, o que significa esse termo? Define-se por Sustentabilidade um modelo econômico, político, social, cultural e ambiental equilibrado, que satisfaça as necessidades das gerações atuais, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades.

Esta concepção começa a se formar e difundir juntamente  com o questionamento do estilo de desenvolvimento adotado por parte da sociedade, quando se constata que esta é ecologicamente predatória na utilização dos recursos naturais, socialmente perversa com geração de pobreza e extrema desigualdade social, politicamente injusta com concentração e abuso de poder, culturalmente alienada em relação aos seus próprios valores e eticamente censurável no que diz respeito aos direitos humanos.

A sustentabilidade é a chave para a mudança na evolução e desenvolvimento das sociedades.
A aplicação desse conceito pode ser dada por práticas do cotidiano. Como, por exemplo: quando vamos fazer compras, porque não levar nossas próprias bolsas ecológicas, ao invés de usar as sacolas plásticas que o supermercado nos disponibiliza? Além de ajudar o meio ambiente garantindo que menos plástico vá para aterros e lixões, é um gasto desnecessário; ao escovar os dentes, lavar as mãos e ensaboar o corpo, é recomendável  fechar a torneira que deixá-la aberta. Dessa forma, além de economizar água e luz, você também está contribuindo para o equilíbrio ambiental.

A sustentabilidade é a chave para a mudança na evolução e desenvolvimento das sociedades. Muitas vezes, encaramos essa mudança como soluções independentes para problemas ecológicos uma vez que abrange vários níveis da organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.

Dessa forma, podemos afirmar que garantir a sustentabilidade é ter atitudes visando o bem-estar social e ambiental de todos que nos cercam, mantendo a força vital e a capacidade de regenerar-se mesmo diante da ação contínua e da presença atuante da mão humana.

Vamos fazer a diferença? Pense sobre a sustentabilidade e o que você pode fazer para manter a natureza equilibrada mesmo com as ações humanas.

Por
Laura Gutterres
Trainee de RSE

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Otimize seu trabalho usando as ferramentas certas

As ferramentas da Qualidade são utilizadas para diversas ações: facilitar a visualização de um problema, corrigir a etapa de um processo ou ajudar na análise de informações. Atualmente, contamos com mais 7 novas ferramentas, que visam fornecer subsídios para o gerenciamento da Qualidade na SEC Jr. Consultoria  – no que diz respeito à análise de dados não numéricos -, e entre elas estão variados tipos de diagramas, além de uma matriz e um gráfico.

Contudo, com tantas opções de ferramentas para otimizar o trabalho, o desafio passa a ser a escolha da ferramenta que será mais eficaz para o processo que você precisa trabalhar.

Alinhe o que você busca com o que a ferramenta proporciona.


Selecionamos algumas dicas para que você não erre não escolha:

Para visualização, ilustração e representação de processos: os fluxogramas, diagramas e histogramas, cada um com sua especificidade, contribuem no processo de identificação de causa e efeito de um problema, permitindo a exploração do processo de maneira visual, o que facilita seu entendimento. É bastante válido para situações em que você precisa expor suas análises para um grupo de pessoas.

Os gráficos de controle podem ser úteis no acompanhamento de processos para projetos de maior duração, principalmente aqueles que precisam ser monitorados com muita frequência (diária ou semanalmente). É ótimo para quem busca trabalhar a correção de erros assim que são detectados, não deixando afetar as próximas etapas.

Quando acontece o oposto, e a avaliação precisa ser feita simultaneamente a execução do processo, através de auditoria, por exemplo, é recomendável o uso de formulários de avaliação. Ele direciona sua avaliação e os critérios, que podem ser julgados em forma de conceitos (ótimo, bom, regular, ruim) ou notas. Além disso, esse formulário pode ser usado para passar o feedback das pessoas que prestaram o serviço, para que eles tenham um retorno sobre o que precisam melhorar e o que fizeram certo.

Para a Qualidade, a melhoria contínua é um dos aspectos mais importantes. E é a partir desse pensamento que encontramos o segredo: Adaptar!

Alinhe o que você busca com o que a ferramenta proporciona. Foi suficiente? Ótimo. Não foi? Mude os critérios, mude a frequência, altere tudo que você achar desnecessário para sua empresa. Assim, os resultados serão cada vez melhores.

Por
Kivia Fiúme
Trainee de Desenvolvimento

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O “Plano de Carreira”


Dias atrás, lendo publicações no blog Candy Chang, encontrei uma matéria falando de um projeto muito interessante, que fez com que eu mesma me questionasse: “eu estou no lugar certo?”.

Tal projeto se chama Career Path e tem como objetivo comparar nossa mentalidade e aspirações profissionais hoje e antigamente, refletindo como mudamos ou permanecemos os mesmos, pensando sobre os desejos que tínhamos quando criança.

Com a imaginação fértil, uma criança pode ser tudo ao mesmo tempo: arquiteto, dentista, médico, cantor, astronauta, ator, empresário, enfim, tudo é divertido, parece fácil e o tempo é algo desconhecido. Mas os jovens, universitários, adultos praticamente não têm mais a opção de falar “Quando eu crescer, eu quero ser...”; o “quando eu crescer” já chegou e nossa pergunta, em muitos casos, passa a ser: “O que eu queria ser quando eu crescesse?”.

"Eu estou no lugar certo? Qual caminho seguir?"

Já não é novidade que hoje em dia não é apenas o fator econômico que influencia na hora de escolher um curso ou emprego. Para a nossa geração, o desafio é unir esses dois pontos à felicidade e, conseguir o emprego dos sonhos e ter um bom plano de carreira depende, sobretudo, de dedicação e do alinhamento entre nossos objetivos e atitudes.

Ao final da leitura do post, as reflexões que ficaram foram: estou no caminho certo para atingir a realização? O quanto eu mudei? O quanto minhas mudanças influenciam minhas decisões? Eu sei o que eu quero? O que eu sou hoje? Ou melhor, “O que eu ainda posso ser amanhã?”.

Para ler a matéria toda, clique aqui: http://candychang.com/career-path/

Por
Júlia Gravina
Gerente de Tradução e Revisão